A face do homem
Fico calado
Reservo-me o direito de ficar quieto, pois o mundo percebeu
Que tomei por invisível a face humana
A falta de compaixão, as ruas desertas, refletem
Noites barulhentas, extermínio de cães na sarjeta
Tabaco reutilizado, aguardente destilada em um intestino grosso
A marca que ainda está na segunda geração
A eterna marcha de Roma
O sangue derramado que salgou a terra
A amarga água da chuva, o pó desse chão
O Juiz, entre o céu e o mar, que com o cajado em sua mão direita e a espada na esquerda, ordena que os mortos voltem a andar.
E os homens, em sua mais plena consciência
Ainda querem me punir
Por tomar como invisível
A sagrada face humana
Reservo-me o direito de ficar quieto, pois o mundo percebeu
Que tomei por invisível a face humana
A falta de compaixão, as ruas desertas, refletem
Noites barulhentas, extermínio de cães na sarjeta
Tabaco reutilizado, aguardente destilada em um intestino grosso
A marca que ainda está na segunda geração
A eterna marcha de Roma
O sangue derramado que salgou a terra
A amarga água da chuva, o pó desse chão
O Juiz, entre o céu e o mar, que com o cajado em sua mão direita e a espada na esquerda, ordena que os mortos voltem a andar.
E os homens, em sua mais plena consciência
Ainda querem me punir
Por tomar como invisível
A sagrada face humana
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