Espacitempo
feito depois da leitura do livro "Um universo que veio do nada" de Lawrence Krauss
o nada
vazio cheio de coisa
(invisível aos olhos
e ainda à mente)
dá vida ao que se vê
e se forma
neste espacitempo
de se tomar chá e divagar por aí
em que cogumelos pululam nos campos
feito partículas e antipartículas
na sopa quântica do se fazer-ser
essa carreira lenta do expandir
sinfonia épica da explosão
faz do universo palco
de infinidades de aleatoriedades
e nos coloca a pensar e perguntar
de onde tudo veio
o nada
vazio cheio de coisa
(invisível aos olhos
e ainda à mente)
dá vida ao que se vê
e se forma
neste espacitempo
de se tomar chá e divagar por aí
em que cogumelos pululam nos campos
feito partículas e antipartículas
na sopa quântica do se fazer-ser
essa carreira lenta do expandir
sinfonia épica da explosão
faz do universo palco
de infinidades de aleatoriedades
e nos coloca a pensar e perguntar
de onde tudo veio
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