Quando quase nada mais fizer sentido
Quando não tiver mais vivências para partilhar,
Quando não tiver forças para de pé me manter,
Quando não houver mais um futuro para sonhar,
Que em mim ainda haja amor para não morrer.
Quando ninguém mais puder me inspirar confiança,
Quando a luz do dia houver se convertido em escuridão,
Quando os sofrimentos ameaçarem a minha esperança,
Que em mim ainda prevaleça o amor no meu coração.
Num dia em que quase nenhum ser humano
Puder se compadecer com a dor de seu semelhante,
Que ainda possa viver da poesia de um amor soberano.
Num dia em que a fatalidade for mais fulminante
Sobre a humanidade ensandecida no caos do engano,
Que eu ainda viva na glória de um amor exuberante.
Quando não tiver forças para de pé me manter,
Quando não houver mais um futuro para sonhar,
Que em mim ainda haja amor para não morrer.
Quando ninguém mais puder me inspirar confiança,
Quando a luz do dia houver se convertido em escuridão,
Quando os sofrimentos ameaçarem a minha esperança,
Que em mim ainda prevaleça o amor no meu coração.
Num dia em que quase nenhum ser humano
Puder se compadecer com a dor de seu semelhante,
Que ainda possa viver da poesia de um amor soberano.
Num dia em que a fatalidade for mais fulminante
Sobre a humanidade ensandecida no caos do engano,
Que eu ainda viva na glória de um amor exuberante.
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