Destino sem volta
Pela ladeira íngreme dos anos
Eu empurro das idades os meus dias
E não posso reinvindicar
Das lembranças a infância tranquila
Que viví, robusta e alvissareira
Me fazem agora invejar
É o cavalo do tempo cavalgando
Do futuro as milhas galopando
E não consigo parar
Vai alta a noite e eu aqui regurgitando
Do homo- sapiens a filosofia
E me da vontade de chorar
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia