Sob Os Olhares dos Deuses
Quando as torres desabam e os céus deságuam,
Quando as paredes tremem e o som abafado se mistura aos trovões,
É hora de dizermos aos deuses que estamos aqui e aqui ficaremos.
Quando o dia amanhece e nus acordamos,
Zombemos do mundo que acabou de abrir os olhos e façamos nossa festa,
Nossa homenagem às expressões sérias e entristecidas pelas ruas.
Levantemos nossas cabeças aos céus,
E agora diga-me garota,
Somos parte de algo.
E se nós formos os entristecidos,
Bastará você se curvar,
Minha cerveja será derramada,
E gota alguma será desperdiçada,
Você sentirá.
Nossas mãos serão instrumentos,
Dentro de bocas,
Envolta de pescoços,
Deixaremos marcas,
Unhas nas peles criarão mapas,
Então prenderemos o ar e repetiremos.
Libertaremos algo,
Nos provaremos.
Encha a sua mão de você e me sirva,
Deixe me sentir teu prazer.
Quando seu mantra morder meus ouvidos,
Curve-se sobre mim,
Que me ajoelharei sobre vossas pernas abertas.
Deixemos o vinho,
A cerveja e o gozo escorrerem por nossos corpos.
Teremos nossa ceia,
Nossa reciprocidade e nossa verdade.
E quando nossas carnes estiverem expostas e as peles avermelhadas,
Prenderemos a respiração por mais uma vez,
Apenas para soltarmos algo na face dos deuses e vos dizer,
Que ali ficaremos.
De "Saideira".
Quando as paredes tremem e o som abafado se mistura aos trovões,
É hora de dizermos aos deuses que estamos aqui e aqui ficaremos.
Quando o dia amanhece e nus acordamos,
Zombemos do mundo que acabou de abrir os olhos e façamos nossa festa,
Nossa homenagem às expressões sérias e entristecidas pelas ruas.
Levantemos nossas cabeças aos céus,
E agora diga-me garota,
Somos parte de algo.
E se nós formos os entristecidos,
Bastará você se curvar,
Minha cerveja será derramada,
E gota alguma será desperdiçada,
Você sentirá.
Nossas mãos serão instrumentos,
Dentro de bocas,
Envolta de pescoços,
Deixaremos marcas,
Unhas nas peles criarão mapas,
Então prenderemos o ar e repetiremos.
Libertaremos algo,
Nos provaremos.
Encha a sua mão de você e me sirva,
Deixe me sentir teu prazer.
Quando seu mantra morder meus ouvidos,
Curve-se sobre mim,
Que me ajoelharei sobre vossas pernas abertas.
Deixemos o vinho,
A cerveja e o gozo escorrerem por nossos corpos.
Teremos nossa ceia,
Nossa reciprocidade e nossa verdade.
E quando nossas carnes estiverem expostas e as peles avermelhadas,
Prenderemos a respiração por mais uma vez,
Apenas para soltarmos algo na face dos deuses e vos dizer,
Que ali ficaremos.
De "Saideira".
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