POEMA - JANELA ABERTA
JANELA ABERTA
O sono não vem
Entra a luz,
O Nada me conduz
Um poema em mente
O cheiro do luar amargo.
Bate a esperança
Sonhos improvisados
As horas faltam
P’ra matar minha saudade,
Entra a mariposa
Ofusca a luz do quarto,
Gratidão!
O que me resta
O lençol na cama
O cheiro dela
Apagam-se as luzes.
A manhã debruça em seu leito.
Wilamy Carneiro - poeta e escritor sobralense
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*