POEMA - JANELA ABERTA
JANELA ABERTA
O sono não vem
Entra a luz,
O Nada me conduz
Um poema em mente
O cheiro do luar amargo.
Bate a esperança
Sonhos improvisados
As horas faltam
P’ra matar minha saudade,
Entra a mariposa
Ofusca a luz do quarto,
Gratidão!
O que me resta
O lençol na cama
O cheiro dela
Apagam-se as luzes.
A manhã debruça em seu leito.
Wilamy Carneiro - poeta e escritor sobralense
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