O silêncio revolucionário
O silêncio revolucionário
Ouço sequências de incoerências
Vindo de todos os lados
Quem respeita a verdade?
Fico a ruminar no quarto os pensamentos
São inúmeros e constantes
O suficiente para me destruir por inteiro.
Busco no silêncio e me parece em vão
Não alcanço nem o silêncio corporal
O que é simplesmente decepcionante.
É preciso redescobrir o silêncio primordial
O silêncio dos recém-nascidos
O silêncio natural.
Nascemos íntimos do silêncio
Ao longo da vida vamos nos perdendo
Nada mais flui na honestidade.
Não podemos permanecer no lodo ruidoso da sociedade
Trabalhar para se libertar é fundamental
Só o bem-estar nos faz almejar alguma coisa.
Carlos de Campos
Ouço sequências de incoerências
Vindo de todos os lados
Quem respeita a verdade?
Fico a ruminar no quarto os pensamentos
São inúmeros e constantes
O suficiente para me destruir por inteiro.
Busco no silêncio e me parece em vão
Não alcanço nem o silêncio corporal
O que é simplesmente decepcionante.
É preciso redescobrir o silêncio primordial
O silêncio dos recém-nascidos
O silêncio natural.
Nascemos íntimos do silêncio
Ao longo da vida vamos nos perdendo
Nada mais flui na honestidade.
Não podemos permanecer no lodo ruidoso da sociedade
Trabalhar para se libertar é fundamental
Só o bem-estar nos faz almejar alguma coisa.
Carlos de Campos
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