ENTRE COLUNAS
Venerável tempo
Eis-me absorto por entre colunas
Descalço
Nem vestido nem nu
Revestido de contemplação
Com a chama da alma na palma da mão
Longe dos deuses e nobres
Junto aos justos imperfeitos
Puxando as balsas pelas roldanas
Nem ao norte nem ao sul
Exatamente onde os astros me põem
Distante do gradil onde dormem
Todas as situações das eras vincendas
Eu subo os vossos degraus
Desço ao subterrâneo da lógica e dos defeitos
Passeio no entremeio das consciências
Onde se misturam destino e sorte
Quando a fome manifesta
O calor e a luz das sarças
E a morte a vida apresta
Sob a abóboda que o aço arca
E a foice corta se a carne é fraca
Junto os meus pés no arquétipo esquadro
E voo até as vossas alças
Aprendendo a ser forte puro e bom
Como devem ser lapidados
Os passageiros desta barca
Esses homens meus irmãos
www.psrosseto.com.br
Eis-me absorto por entre colunas
Descalço
Nem vestido nem nu
Revestido de contemplação
Com a chama da alma na palma da mão
Longe dos deuses e nobres
Junto aos justos imperfeitos
Puxando as balsas pelas roldanas
Nem ao norte nem ao sul
Exatamente onde os astros me põem
Distante do gradil onde dormem
Todas as situações das eras vincendas
Eu subo os vossos degraus
Desço ao subterrâneo da lógica e dos defeitos
Passeio no entremeio das consciências
Onde se misturam destino e sorte
Quando a fome manifesta
O calor e a luz das sarças
E a morte a vida apresta
Sob a abóboda que o aço arca
E a foice corta se a carne é fraca
Junto os meus pés no arquétipo esquadro
E voo até as vossas alças
Aprendendo a ser forte puro e bom
Como devem ser lapidados
Os passageiros desta barca
Esses homens meus irmãos
www.psrosseto.com.br
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia