Baque do amante
Cerrei pálpebras e me vi chacoalhar meu crânio com as mãos,
pra ver o cérebro desprender e incorporar a minha interna confusão.
Ele sabe que reguei todos os sentimentos
por um único enxame de células rústicas,
a obra prima de Gaia, ninguém além do Você.
Nesse transtorno, aparto de mim os sentidos
e me despetalo pra ver teu riso de osso,
sem saber se é pra mim ou de mim.
pra ver o cérebro desprender e incorporar a minha interna confusão.
Ele sabe que reguei todos os sentimentos
por um único enxame de células rústicas,
a obra prima de Gaia, ninguém além do Você.
Nesse transtorno, aparto de mim os sentidos
e me despetalo pra ver teu riso de osso,
sem saber se é pra mim ou de mim.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski