Alagados
As casas começam a desabar com as enchentes
Ao longe vejo as cinzas e a movimentação nas ruas
A cidade não descansa e a garoa perdura
O temporal regressa constantemente
No rarefeito do céu a esperança permanece
Muitos choram, pois a saudade e perda padecem
Como se virar contra ela, a poderosa
A mãe natureza, sagrada e gloriosa?
No peito um rastro de luz se ascende
Em busca de uma nova jornada
Seguem com garra toda essa gente
Que na luta pela sobrevivência vencem.
Em traços, pontos e linhas torcidas
Deus prossegue com sua missão
Costurando destino desta multidão
Que se unem na mesma razão, a vida.
Ao longe vejo as cinzas e a movimentação nas ruas
A cidade não descansa e a garoa perdura
O temporal regressa constantemente
No rarefeito do céu a esperança permanece
Muitos choram, pois a saudade e perda padecem
Como se virar contra ela, a poderosa
A mãe natureza, sagrada e gloriosa?
No peito um rastro de luz se ascende
Em busca de uma nova jornada
Seguem com garra toda essa gente
Que na luta pela sobrevivência vencem.
Em traços, pontos e linhas torcidas
Deus prossegue com sua missão
Costurando destino desta multidão
Que se unem na mesma razão, a vida.
Comentários (1)
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2011-02-19
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