Relógio que estas na torre
Relógio que estás na torre,
acelera o teu bater,
aqui estou sentado, amargurado,
espero por ti, estou a sofrer,
as horas não passam só por eu querer,
escuto os segundos no seu cintilar,
levantei-me dei alguns passos,
segui em frente, cheguei ao altar,
em joelhos, e comecei a rezar,
pronunciei o teu nome, chorei,
gotas salgadas, como a água do mar,
da porta alguém pronunciou meu nome "João",
levantei-me iniciei a caminhar,
tirei os olhos do chão,
olhei pra frente, com meu triste olhar,
por entre os raios daquele sol do verão,
vi os teus lindos olhos a brilhar,
gritas-te vem meu amor, vem me abraçar,
sou eu essa mulher,
apesar da imensa distância, nunca deixou de te amar...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
No Amanhã !
Qual barco ao sabor das ondas soçobrando
Luto, estrebucho, exangue sem sentidos,
Então, quero meus despojos abatido…
Armando A. C. Garcia
A Âncora ! 26/10/2026
És a luz que reconforta minha vida
Tu, és a seiva que alimenta a alma,
És a Paz, que permeia o meu viver
A ânc…
Armando A. C. Garcia
Melancolias III
Nas praias desertas de minha cidade costumava me sentar ... e a observar a solidão que me traz o mar. as verdades de meu corpo e de minha…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
COM FÉ
Tenho muita fé, Creio em tudo, Só não creio Na falta de fé. Vou com tudo, Às vezes paro, Giro o mundo, Tá tudo caro. Embora eu não crei…
Celso Ciampi