Hipersensível

A manhã esculpiu um gomo de luz hipersensível
Mediu cada distância entre um eco e um lamento
Que além timidamente fluía tão imprevisível
Uma hora provisória entretanto desfaleceu condoída
Emaranhou-se com a esperança perspícua e sapiente
Manuseou cada emoção prescrita numa lágrima saliente
O tempo agora rejuvenesce entrincheirado no advir de
Tantas palavras dissecadas neste verso proficiente
Até se esvair num impaciente silêncio…quase presciente
Frederico de Castro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Maldita Ira.
Largou-me ao abandono , quando mais precisei , orei - criei - procurei juventude - meus ideais de vida até mudei. Tudo fiz para qu…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
O dia em que o sol tornou-se feio
Aperta um seio a volúpia suavizas no outro o toque porque um temor indefinido assenta-se pelo que a calma se transtorna mas vamos para…
Darlan de Matos Cunha
Percorro uma estrada de agonia
Vejo o que não queria percorro uma estrada de agonia onde só há pó e asfalto. E tudo o mais que me cerca é pura fantasi…
sribeiro1975.-12
Meu primeiro beijo.
Combinamos um encontro ao anoitecer perto de umas castanheiras , onde caiam vários frutos em nosso corpo e na cabeça. O tempo não estava…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*