Quadras soltas 1
"Quadras soltas"
Vejo no brilho das estrelas,
um alento, um olhar,
olho no horizonte vejo o mar,
nas ondas onde estou a naufragar...
Em teus olhos vejo as chamas dum vulcão,
são negros, como a noite mais escura
há um brilho que me causa fascinação,
arrancando-me da alma toda a amargura...
Meu amor por ti nasceu,
como nascem as flores na primavera,
ele é grande, nunca morreu,
apesar dos anos aqui sigo na tua espera...
Estrelas ao longe, no deserto,
elas iluminam-nos tão de perto,
elas brilham com o luar,
chegando todas as noites pra nos iluminar.
É tão fogosa a minha paixão,
é como as lavas de um vulcão em erupção,
noite dentro, gemidos e sussurros fazem,
o meu coração brotar lavas de prazer.
Ruas escuras, ruas tristes,
tempo da mais sentida solidão,
as horas essas sim passam,
mas o tempo não.
A bateria terminou,
com o chegar da madrugada,
reparei numa noite sem luar,
e eu aqui acordado pra te amar...
Luzern, 22.02.2016, Joao Neves
Vejo no brilho das estrelas,
um alento, um olhar,
olho no horizonte vejo o mar,
nas ondas onde estou a naufragar...
Em teus olhos vejo as chamas dum vulcão,
são negros, como a noite mais escura
há um brilho que me causa fascinação,
arrancando-me da alma toda a amargura...
Meu amor por ti nasceu,
como nascem as flores na primavera,
ele é grande, nunca morreu,
apesar dos anos aqui sigo na tua espera...
Estrelas ao longe, no deserto,
elas iluminam-nos tão de perto,
elas brilham com o luar,
chegando todas as noites pra nos iluminar.
É tão fogosa a minha paixão,
é como as lavas de um vulcão em erupção,
noite dentro, gemidos e sussurros fazem,
o meu coração brotar lavas de prazer.
Ruas escuras, ruas tristes,
tempo da mais sentida solidão,
as horas essas sim passam,
mas o tempo não.
A bateria terminou,
com o chegar da madrugada,
reparei numa noite sem luar,
e eu aqui acordado pra te amar...
Luzern, 22.02.2016, Joao Neves
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