O ENIGMA DA ROSA
Rosa:
Do alto de teu trono de folhas,
Protegida por teus espinhos,
Nos observa glamorosa.
Meros semeadores, não entendemos:
A fortaleza de tua fragilidade,
A eternidade em tua curta existência.
Rosa:
Arrancada para embelezar;
Moeda em flertes de amor;
Enterrada viva com tantos mortos,
Em vão, exalando o perfume da vida;
Pétalas que caem, aroma que finda,
Murchas mantendo a dignidade.
Do alto de teu trono de folhas,
Protegida por teus espinhos,
Nos observa glamorosa.
Meros semeadores, não entendemos:
A fortaleza de tua fragilidade,
A eternidade em tua curta existência.
Rosa:
Arrancada para embelezar;
Moeda em flertes de amor;
Enterrada viva com tantos mortos,
Em vão, exalando o perfume da vida;
Pétalas que caem, aroma que finda,
Murchas mantendo a dignidade.
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