Põe na minha conta
A que custo? Essa é uma pergunta feita por muitas pessoas até mesmo antes do capitalismo, até mesmo antes da palavra tomar um verdadeiro significado. Pois, de fato, o questionamento em destaque serve como substituto para o ‘quais as consequências de tais acontecimentos?’, o que deverei entregar de mim ou do que possuo para conquistar algo, alguém ou algum objetivo? Será mesmo isso tão necessário? Será mesmo que vale a pena?
Muitos não gostam que tantas perguntas sejam feitas consecutivamente, porém, digam me, observação que esta é uma pergunta retórica; se não fossem os pensamentos, e os questionamentos, como e quando de fato chegaríamos a uma resposta inovadora, uma nunca pensada antes conclusão? As respostas nunca são de graça, há algo a se doar por isto, há um custo, sempre há um custo para qualquer coisa que desejamos fazer. E desse pensamento tão possessivo nasce a ideia de que a Terra é nossa, de que ela foi criada para nós, e que podemos usufruí-la como desejamos, de que as demais espécies devem curvar-se perante nossa imagem. Que podemos poluir os mares, que não são nossos, de que podemos destruir as florestas que na realidade não são nossas.
A terra não é nossa, mas muitas vezes, é tão complexo a compreensão dessa tão curta e simplória afirmação, chega a ser contraditório! Repito, a Terra não faz parte de nós, nós fazemos parte da Terra, somos seres vivos iguais a qualquer outros, claro que com algumas diferenças surpreendentes, mas uma sede tão doente de conquistas e posses, que já me deixa com o sangue fervendo com tantos custos a serem pagos por aqueles que não compraram nenhuma briga se quer! Pois a cada dia o ser humano compra mais uma briga, e o custo do conjunto de todas elas, apenas acumula-se na conta, que provavelmente será paga da forma mais brutal possível, se não começarmos a parcela-la.
Bem, se tudo isso não é nosso, então o caso não é que devemos cuidar de nosso planeta, devemos respeitar o Mundo em que vivemos, respeitar sua forma de ser sem ocupar todo o espaço. Mas antes, o que há de mais importante, respeitar a nós mesmos, uns aos outros, da maneira que somos, mas sem ferir as pessoas; e com isso, dou destaque às pessoas que são forçadas por conta do risco de morte a deixarem seus lares. O Mundo é muito mais bonito com diversos pensamentos, com diversas culturas, com diversas belezas, em sua forma natural de diverso. O que falta ao Mundo não é uniformizar mas uma forma respeitável.
Muitos não gostam que tantas perguntas sejam feitas consecutivamente, porém, digam me, observação que esta é uma pergunta retórica; se não fossem os pensamentos, e os questionamentos, como e quando de fato chegaríamos a uma resposta inovadora, uma nunca pensada antes conclusão? As respostas nunca são de graça, há algo a se doar por isto, há um custo, sempre há um custo para qualquer coisa que desejamos fazer. E desse pensamento tão possessivo nasce a ideia de que a Terra é nossa, de que ela foi criada para nós, e que podemos usufruí-la como desejamos, de que as demais espécies devem curvar-se perante nossa imagem. Que podemos poluir os mares, que não são nossos, de que podemos destruir as florestas que na realidade não são nossas.
A terra não é nossa, mas muitas vezes, é tão complexo a compreensão dessa tão curta e simplória afirmação, chega a ser contraditório! Repito, a Terra não faz parte de nós, nós fazemos parte da Terra, somos seres vivos iguais a qualquer outros, claro que com algumas diferenças surpreendentes, mas uma sede tão doente de conquistas e posses, que já me deixa com o sangue fervendo com tantos custos a serem pagos por aqueles que não compraram nenhuma briga se quer! Pois a cada dia o ser humano compra mais uma briga, e o custo do conjunto de todas elas, apenas acumula-se na conta, que provavelmente será paga da forma mais brutal possível, se não começarmos a parcela-la.
Bem, se tudo isso não é nosso, então o caso não é que devemos cuidar de nosso planeta, devemos respeitar o Mundo em que vivemos, respeitar sua forma de ser sem ocupar todo o espaço. Mas antes, o que há de mais importante, respeitar a nós mesmos, uns aos outros, da maneira que somos, mas sem ferir as pessoas; e com isso, dou destaque às pessoas que são forçadas por conta do risco de morte a deixarem seus lares. O Mundo é muito mais bonito com diversos pensamentos, com diversas culturas, com diversas belezas, em sua forma natural de diverso. O que falta ao Mundo não é uniformizar mas uma forma respeitável.
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