OUTONOS
Entro na casa
Envolta na penumbra.
Removo a poeira acumulada
Infiltrada
Através de fissuras microscópicas
Não visíveis a olho nu
Durante os outonos
Quando se agitam as árvores
E se soltam as folhas.
Por trás desse movimento
Interpreto a mensagem,
O atributo maior
Do encontro solitário,
Revelador -
Descubro que sob o pó
Há um brilho inesperado
A refletir meu espanto -
Sob o pó
Me escondo.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Obra N.° 14: Desabafo
Muitas vezes não sei como e nem porquê
Fiz coisas que meu EU atual não reconhece
Fiz dois cursos de inglês, fiz aulas de coreano
…
Vilar Romancista
Flor da Minha Memória.
Bom dia flor do meu mau dia
Suas marionetes ainda funcionam?
E a sua lábia ainda corta ?
Lembra da corda que me prendia a você, …
Roney
Você.
Só você sabe por tudo que passei pra chegar até aqui, Só você.
Só tenho você em quem confiar.
Por que você não conta algo sobre voc…
Roney
Bem-vindo.
O mundo aqui não é como você pensa Tudo mudou, Esse não é o seu lugar Até você se adaptar Você morrerá. Sua opinião aqui não conta. Be…
Roney