Pó das estrelas
O ócio que me traz o ofício
Envergonha-me, desnuda meu vício
Obra que há muito teve início
No fundo clama por sacrifício.
Quisera Deus que fosse assim
Depositado nele toda a esperança do sim
Passos me conduzem à um breve fim
Me vejo no mundo e não mais vejo o mundo em mim.
A luz vinda de longe envolve a minha existência
Recorda-me, pó e poeira são a minha essência
Tão profundo toca-me a alma que dela tira o véu
Estrelas me dizem: homens medíocres não alcançam o céu.
Envergonha-me, desnuda meu vício
Obra que há muito teve início
No fundo clama por sacrifício.
Quisera Deus que fosse assim
Depositado nele toda a esperança do sim
Passos me conduzem à um breve fim
Me vejo no mundo e não mais vejo o mundo em mim.
A luz vinda de longe envolve a minha existência
Recorda-me, pó e poeira são a minha essência
Tão profundo toca-me a alma que dela tira o véu
Estrelas me dizem: homens medíocres não alcançam o céu.
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