O QUE DEFENDO PORQUE CREIO
Convença-me com qualquer palavra
Peça com veemência
A ti disporei todos os sentidos
Ouvidos
Para que inteire da tua sentença
Somente não exija que compadeça
Não há complacência quando se força
A teimosia insensata em acreditar
Consentir
Nem que adiante se arrependa
Hoje talvez conceba certos arroubos
Diferentemente do que outrora entendia
Damo-nos ao direito de repensar
Antever
Essa surtada e disforme dicotomia
Somos todos imperfeição de conceitos
O que defendo porque creio
Não deveria colocar-me acima
Sobreposto
Ao oposto dos teus preceitos
Quando será que dissolveremos
Essa farsa açodada
Sufocante cegueira de cadafalsos
Dissimulados
Que nos põem tão pequenos descalços
Por isso tenho medo de dormir
Em dias semelhantes e tão iguais
Que afugentam nossas historias
Experiências
Ato supremo da razão do existir
www.psrosseto.com.br
Peça com veemência
A ti disporei todos os sentidos
Ouvidos
Para que inteire da tua sentença
Somente não exija que compadeça
Não há complacência quando se força
A teimosia insensata em acreditar
Consentir
Nem que adiante se arrependa
Hoje talvez conceba certos arroubos
Diferentemente do que outrora entendia
Damo-nos ao direito de repensar
Antever
Essa surtada e disforme dicotomia
Somos todos imperfeição de conceitos
O que defendo porque creio
Não deveria colocar-me acima
Sobreposto
Ao oposto dos teus preceitos
Quando será que dissolveremos
Essa farsa açodada
Sufocante cegueira de cadafalsos
Dissimulados
Que nos põem tão pequenos descalços
Por isso tenho medo de dormir
Em dias semelhantes e tão iguais
Que afugentam nossas historias
Experiências
Ato supremo da razão do existir
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