262 - DOR ESPERADA
É dor que se espera até mais severa
Que aquela que gera o mal do presente.
Mas ó quem me dera opor-me a tal fera
Que só dilacera aquele que a sente!
Sou eu quem libera alguém que não era
Mas já me encarcera justo na mente.
De forma sincera faço da espera
O que degenera a paz permanente.
No espelho que odeio, pérfido, opaco,
Olhando-me alheio, vejo-me cheio
De chagas ao seio quando me ataco.
De angústia e receio não me contorça:
O Deus em quem creio sempre por meio
Das súplicas veio dando-me força!
(Autor: EDEN SANTOS OLIVEIRA. Escrito em 18/06/2020)
Que aquela que gera o mal do presente.
Mas ó quem me dera opor-me a tal fera
Que só dilacera aquele que a sente!
Sou eu quem libera alguém que não era
Mas já me encarcera justo na mente.
De forma sincera faço da espera
O que degenera a paz permanente.
No espelho que odeio, pérfido, opaco,
Olhando-me alheio, vejo-me cheio
De chagas ao seio quando me ataco.
De angústia e receio não me contorça:
O Deus em quem creio sempre por meio
Das súplicas veio dando-me força!
(Autor: EDEN SANTOS OLIVEIRA. Escrito em 18/06/2020)
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