Ela surge no ápice do sofrimento,
As vezes raivosa,
As vezes suave.
Mas, sempre dolorosa.
Tão grave
que não conseguimos nos conter.
 
Gesticulamos,
Verbalizamos,
“twittamos”!
Precisamos comunicar!
Na esperança de que alguém nos escute,
Que a ignorância seja superada,
Que a ciência seja considerada

E, então, algo mude...
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