morrer é sempre divino
Horror da floresta,
Que me olhas pela fresta,
Devora-me e morre de indigestão, ignoto da razão.
Era um fumo de heroína
Um charro de óleo e axe
Era uma panóplia, de repente,
Em forma de cornucópia
Crescia em padrão circular
Sempre em direção ascendente..
O monstro da floresta
Não tinha tolerância
Já estava morto na ânsia
Que lhe caiu quando olhou
Pela aquela sinistra fresta
Donde vigiava vítimas
Não tóxicas, enganou-se nesta.
O horror do bosque repousa
E á roda dele,
Os putre ingíridores
Não terão sensores
Não sentirão as dores
Apenas repousarão
Numa camada tóxica
Então um ouriço ou passarão
Terão o mesmo destino
A cadeia ecológica concentra
E morrer é sempre divino
Como nós, obras do destino.
Que me olhas pela fresta,
Devora-me e morre de indigestão, ignoto da razão.
Era um fumo de heroína
Um charro de óleo e axe
Era uma panóplia, de repente,
Em forma de cornucópia
Crescia em padrão circular
Sempre em direção ascendente..
O monstro da floresta
Não tinha tolerância
Já estava morto na ânsia
Que lhe caiu quando olhou
Pela aquela sinistra fresta
Donde vigiava vítimas
Não tóxicas, enganou-se nesta.
O horror do bosque repousa
E á roda dele,
Os putre ingíridores
Não terão sensores
Não sentirão as dores
Apenas repousarão
Numa camada tóxica
Então um ouriço ou passarão
Terão o mesmo destino
A cadeia ecológica concentra
E morrer é sempre divino
Como nós, obras do destino.
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