UM ADEUS KAROL | POESIA BRASILEIRA ATUAL | POEMA SOBRE DESPEDIDAS DO MUNDO
UM ADEUS KAROL
Vi Karol não mais
Que sete vezes
Em uma delas
ela me disse para não ter vergonha
dos meus peitos caídos:
- são marcas da vida!
Mas agora ela se cansou das próprias marcas
se mudou proutro lugar
e lá ninguém mais pode levantá-la.
Não desistiu,
mas cansou de tentar a sorte
e pintou o sete.
Karol não sabe a falta
que fará nessa cidade
ou até sabe:
pra todas as sete artes
há antes sete capitais
ante as virtudes
depois os pecados das partes.
Mas tal pecado semelhante
foi da vida
ao querer obrigar tanto sofrimento
a tanta gente, tanto genesis inocente.
Deus me livre Karol
ter sete vidas nesse imundo:
São sete vezes que o fundo finda,
São sete vezes para todas as idas.
www.jessicaiancoski.com
Vi Karol não mais
Que sete vezes
Em uma delas
ela me disse para não ter vergonha
dos meus peitos caídos:
- são marcas da vida!
Mas agora ela se cansou das próprias marcas
se mudou proutro lugar
e lá ninguém mais pode levantá-la.
Não desistiu,
mas cansou de tentar a sorte
e pintou o sete.
Karol não sabe a falta
que fará nessa cidade
ou até sabe:
pra todas as sete artes
há antes sete capitais
ante as virtudes
depois os pecados das partes.
Mas tal pecado semelhante
foi da vida
ao querer obrigar tanto sofrimento
a tanta gente, tanto genesis inocente.
Deus me livre Karol
ter sete vidas nesse imundo:
São sete vezes que o fundo finda,
São sete vezes para todas as idas.
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