Jéssica Iancoski é escritora, poeta e artista plástica. Publicou em várias antologias e revistas, nacionais e internacionais. Teve o poema “Rotina Decadente” reconhecido pela Academia Paranaense de Letras, aos 16 anos de idade.
A terra não é suja como a nossa vida E vocês tratam a morte como se ela fosse algo ruim. Mas ela não é. A Nossa vida aqui que é ruim.
A morte é só a despedida desta vida insone Balda e degregada E o que dói Não foi em quem morre ou parte Dói em quem fica. A morte não é ruim porque a saudades e o egoísmo existem.
Quando todos partirem, Não espero que nenhum de vocês volte, Muito menos espero voltar também.
Deixem a vida para trás, para baixo e para a Terra. Deixe a vida para os animais que realmente a merecem.
A morte é a sustentabilidade da vida pelo seu inverso tentando restabelecer a ordem deste mundo quase perdido.
O Homem é humos E não precisa ser mais. Já plantou uma semente no corpo para ver como nasce? O homem é melhor que esterco só isso.
Não conheço outro jeito de salvar o mundo Se não, não estando aqui.
Volte também Ao título deste poema Não insista A Vida não é sobre nós.
Jéssica Iancoski é escritora, poeta e artista plástica. Publicou em várias antologias e revistas, nacionais e internacionais. Teve o poema “Rotina Decadente” reconhecido pela Academia Paranaense de Letras, aos 16 anos de idade. É idealizadora do Toma Aí Um Poema - o maior podcast lusófono de declamação de poesias, segundo o Spotify - com mais de 40 mil ouvintes diferentes, ao longo do tempo. Nasceu em Curitiba em 10 de Fevereiro de 1996. É formada em Letras pela Universidade Federal do Paraná e em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná.
A terra não é suja como a nossa vida E vocês tratam a morte como se ela fosse algo ruim. Mas ela não é. A Nossa vida aqui que é ruim.
A morte é só a despedida desta vida insone Balda e degregada E o que dói Não foi em quem morre ou parte Dói em quem fica. A morte não é ruim porque a saudades e o egoísmo existem.
Quando todos partirem, Não espero que nenhum de vocês volte, Muito menos espero voltar também.
Deixem a vida para trás, para baixo e para a Terra. Deixe a vida para os animais que realmente a merecem.
A morte é a sustentabilidade da vida pelo seu inverso tentando restabelecer a ordem deste mundo quase perdido.
O Homem é humos E não precisa ser mais. Já plantou uma semente no corpo para ver como nasce? O homem é melhor que esterco só isso.
Não conheço outro jeito de salvar o mundo Se não, não estando aqui.
Volte também Ao título deste poema Não insista A Vida não é sobre nós.
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(Para Christian Dunker)
"o sexo representa o infantil preenche-se a falta com o gozo da infância indolente onde não há uma palavra gentil há o gosto do beijo que sedento toma a frente a vagina oca molhada consumindo o falo sustenido num vagido puro da libido quanto mais se aprende a fala quanto menos a laringe entala menor é o vazio, maior é o brio sem a palavra não conjuga-se o verbo da fala, o desejo é a regência da falta."