ASTROS QUE CINTILAM E SE REFAZEM
Se entre brechas tu encontras outras bocas e se ri maravilhada
Despedaças todas as flores e pisas em espinhos sem sangrar
Dilúvio nos montes encobertas águas
Rastros apagados na areia da praia
Ondas bravas da maré alta
Lavas incandescentes de vulcão
Mas quando voltas e recostas em meu peito
Apagas o lume que incendeia
Fogo embrenhado queima ardente
Vidas que sussurram em delírios
De nós dois
Astros que cintilam e se refazem.
Despedaças todas as flores e pisas em espinhos sem sangrar
Dilúvio nos montes encobertas águas
Rastros apagados na areia da praia
Ondas bravas da maré alta
Lavas incandescentes de vulcão
Mas quando voltas e recostas em meu peito
Apagas o lume que incendeia
Fogo embrenhado queima ardente
Vidas que sussurram em delírios
De nós dois
Astros que cintilam e se refazem.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia