SE VAIS DE MIM
Se vais de mim, diga a verdade
Tenho que deixar-te partir
Não com este tom de falsidade
Sem o meu amor existir
Diluir a minha dor nos mares
E beber nas fontes dos rios
O calmante dos ébrios nos bares
Para te esquecer entre os boêmios
Se vais de mim, vá depressa
Porque já morreu meus anseios
Sua atitude nada mais expressa
Que arrastar-me pelas ruas
Aumentando minhas feridas
Nuas nas minhas carnes cruas
Tenho que deixar-te partir
Não com este tom de falsidade
Sem o meu amor existir
Diluir a minha dor nos mares
E beber nas fontes dos rios
O calmante dos ébrios nos bares
Para te esquecer entre os boêmios
Se vais de mim, vá depressa
Porque já morreu meus anseios
Sua atitude nada mais expressa
Que arrastar-me pelas ruas
Aumentando minhas feridas
Nuas nas minhas carnes cruas
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski