O que se pode, o que se deve, o que se quer
Não se pode parar os trens
Não se pode tirar o adoçante depois de pingá-lo no café
Não se pode voltar os ponteiros do relógio
Mas, não se deve?
Mas, não se quer?
Tomar um café amargo em um trem parado entre as estações pretérito e pretérito imperfeito
Não se pode tirar o adoçante depois de pingá-lo no café
Não se pode voltar os ponteiros do relógio
Mas, não se deve?
Mas, não se quer?
Tomar um café amargo em um trem parado entre as estações pretérito e pretérito imperfeito
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
A Fortuna.
A fortuna não está nas mãos dos homens - está em seu entender da natureza do cantar - os lírios dos campos : em toda sua grandeza . Nas …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Próxima florada da Guaria Morada...
Memória amorosa
da nuvem branca
que abraça, como
voto de amor eterno,
o Vulcão Irazú.
Trago o meu universo
diante dos t…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Guerra dos ratos e das baratas.
Meus olhos estão se abrindo para um firmamento , onde nuvens bem escuras cobrem todas as estrelas , deixando que me observem os carros q…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Pot-Pourri de palavras
Num pot-pourri de palavras encorpo a legião de sussurros ali vagueando tão apaixonados Revelo onde amara a semântica de uma brisa resvala…
Frederico de Castro