Das navegações e outros rumos
navegante,
nenhum mar é tanto
que não caiba no nado
do meu canto
é que braçadas há
em cada descaminho
como se ondas houvessem
em todos os sentidos
coisa de nem ser urgente
na urgencia do que digo
navegante,
lanço velas a todo vento
como se fora jangada
cada pensamento
navegante,
todo mar é porto
nada do que é mais infindo
é mais ofício
que a escravatura
do grave exercício
de navegar a vida
em cada indício
navegante,
basta-me a lida
de consumir enormes
as ondas todas da vida.
nenhum mar é tanto
que não caiba no nado
do meu canto
é que braçadas há
em cada descaminho
como se ondas houvessem
em todos os sentidos
coisa de nem ser urgente
na urgencia do que digo
navegante,
lanço velas a todo vento
como se fora jangada
cada pensamento
navegante,
todo mar é porto
nada do que é mais infindo
é mais ofício
que a escravatura
do grave exercício
de navegar a vida
em cada indício
navegante,
basta-me a lida
de consumir enormes
as ondas todas da vida.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski