O Silencio de Jacob.
Bendito és tu no silêncio de uma
noite ... em que teu beijo tem o sabor
amargo de abandono.
Teus abraços são como cordas de
amarras > onde o cordeiro está preso -
onde o menino sente o peso de um facão.
E na solidão de um amanhecer > o sacrificio
com cheiro de perfumes raros - vem com uma
levantada mão.
E tu ouves uma voz ... não complete este ato -
pois > teu braço direito te pos seu corpo -
já curvado e cansado um sacrificio ao Senhor.
Bendito és tu no silencio de uma
noite... em que teu halito exalava perfumes -
de rosas amarelas e azuis.
Ah. solte tuas amarras de meu corpo > onde
habita minha vida e meu inocente coração.
Ademir o poeta.
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