Arquitetura e drama
Desarquiteto o voo
na vontade
de consumir em vão
todos os meus ares
e, pássaro,
nem me sinto
nos sonhos
que não me consinto
e, por vezes,
quando, à noite, tardo
rasgo as manhãs
da minha face.
na vontade
de consumir em vão
todos os meus ares
e, pássaro,
nem me sinto
nos sonhos
que não me consinto
e, por vezes,
quando, à noite, tardo
rasgo as manhãs
da minha face.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Aponta o poente. - 04/07/2026
O tempo passa
A vida encurta,
A dor que grassa
A perna encurta.
Ingrato destino
…
Armando A. C. Garcia
Apogeu x Decadência - 30/04/2015
O declínio é dolorido porque converge
Do fracasso, que vem depois do apogeu,
É preciso estar imune ao que diverge
…
Armando A. C. Garcia
Aos borbotões - 27/02/2021
Aos borbotões suspiramos a liberdade
Da harmonia, da ordem e altivez,
Não queremos sobre nós iniquidade,
Nem v…
Armando A. C. Garcia
Ao teu lado - 04/09/2026
Eu ficarei ao teu lado
Por toda a minha vida,
Em bangalô ou sobrado,
Curarei tua ferida.
N…
Armando A. C. Garcia