Dos assassinatos noturnos e dos fardos
Assassinado
por fuzis fardados
o homem explicita
a farda dos fardos
nada do sistema
eletrocutado
desencapa os fios
da elétrica cidade
todo o futuro
é um alarde
da construção que a revolta
em cada peito cabe
na morte daqueles
que trazem apenas como culpa
a noite no corpo e na face.
por fuzis fardados
o homem explicita
a farda dos fardos
nada do sistema
eletrocutado
desencapa os fios
da elétrica cidade
todo o futuro
é um alarde
da construção que a revolta
em cada peito cabe
na morte daqueles
que trazem apenas como culpa
a noite no corpo e na face.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Argumentando ! – 01-02-2015
Ao deus-dará, eu andei
Neste mundo de aventura,
Nunca, nunca encontrei
A felicidade e ventura.
…
Armando A. C. Garcia
Àquele que na vida venceu a morte – (soneto) 28/04/ 2022
Àquele que na vida venceu a morte
E na sombra dela encontrou a vida,
Assim um dia, foi renascer tão forte
…
Armando A. C. Garcia
Aquarelas destoadas - (soneto) - 18/04/2016
Nas memórias da distância em que vivi Guardei alimentadas as esperanças, Mesmo rasgados os destroços que senti, Encontro neles, ainda, va…
Armando A. C. Garcia
Aponta o poente. - 04/07/2026
O tempo passa
A vida encurta,
A dor que grassa
A perna encurta.
Ingrato destino
…
Armando A. C. Garcia