Analogia do prisioneiro
Escrevo como faz o condenado.
A desfrutar de sua última refeição.
Foge, ao perdurar da satisfação.
Do futuro onde estará enforcado.
Façamos uma conclusão clara.
É inútil temer o inevitável.
Enquanto pensa na maldição incurável.
Esquece a benção que ainda o ampara.
É isto que faz o prisioneiro.
Esquece todas as suas certezas.
Esquece também as tristezas.
E valoriza o prazer derradeiro.
Uma simples necessidade.
O agrada mais que mil mulheres.
Quando se tornam para ti poderes.
Aquilo que fazia sem dificuldade.
E nesta analogia pífia eu disperso.
Meus pensamentos a ferver.
E neste simples ato de escrever.
Fujo do meu destino perverso.
A monotonia, fujo dela em cada verso.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski