pratos
Os pratos rolam soltos,
Quase caem ao malabarismo poético,
Com eles vem alguns presentes,
Daqueles que enchem o bucho e enchem a gente,
Mas também tem dos limpos,
Quase anjos, vejo os veios reluzentes amarelos incandescente,
Um prato nunca foi bonito assim,
Mas agora, por ora, é o que tenho,
Prato de gente, prato de garçom,
vejo vários deles assim,
Brancos por si só, cheios de gente.
Quase caem ao malabarismo poético,
Com eles vem alguns presentes,
Daqueles que enchem o bucho e enchem a gente,
Mas também tem dos limpos,
Quase anjos, vejo os veios reluzentes amarelos incandescente,
Um prato nunca foi bonito assim,
Mas agora, por ora, é o que tenho,
Prato de gente, prato de garçom,
vejo vários deles assim,
Brancos por si só, cheios de gente.
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