Amor Verdadeiro
Lamento esta história de amor verdadeiro.
De Inês de Castro, que foi morta por amar.
Ela amou tanto a Dom Pedro o primeiro,
Que depois de morta, teve o seu reinar.
A linda Inês de Castro, teve morte,
Por o malvado Afonso IV, que lhe tirou a sorte.
Matou-a, por esta tanto amar...
A seu filho, o príncipe que viria a reinar.
Foi um amor lindo, este,
Que Dom Pedro, teve por ela.
E que filhos, tinha também dela.
Mas Afonso IV, tinha repulsa deste.
Mandou mata'-la à espada. ..
Não teve nenhuma compaixão.
Nem dor no coração,
Para a vida tirar a esta tão amada.
Canta! Coimbra! Canta!
Que não esqueceste de chorar,
Canta com força tanta,
Este tão forte amar!
Águas do Mondego, sabei que em vós esteve,
As lágrimas de Coimbra, que não se conteve,
De tanto mas tanto chorar, chorar...
Esta que morreu, por muito amar...!
E depois de morta, foi rainha,
Por Dom Pedro, que amava ainda.
Esta que privada, ficou da vida...
Por amor, que ao príncipe, tanto tinha!
Em Portugal, houve grandes amores.
E Também, por isso muitas dores,
Por mal, deste de tanto amar...
E disso se querer, continuar!
De Inês de Castro, que foi morta por amar.
Ela amou tanto a Dom Pedro o primeiro,
Que depois de morta, teve o seu reinar.
A linda Inês de Castro, teve morte,
Por o malvado Afonso IV, que lhe tirou a sorte.
Matou-a, por esta tanto amar...
A seu filho, o príncipe que viria a reinar.
Foi um amor lindo, este,
Que Dom Pedro, teve por ela.
E que filhos, tinha também dela.
Mas Afonso IV, tinha repulsa deste.
Mandou mata'-la à espada. ..
Não teve nenhuma compaixão.
Nem dor no coração,
Para a vida tirar a esta tão amada.
Canta! Coimbra! Canta!
Que não esqueceste de chorar,
Canta com força tanta,
Este tão forte amar!
Águas do Mondego, sabei que em vós esteve,
As lágrimas de Coimbra, que não se conteve,
De tanto mas tanto chorar, chorar...
Esta que morreu, por muito amar...!
E depois de morta, foi rainha,
Por Dom Pedro, que amava ainda.
Esta que privada, ficou da vida...
Por amor, que ao príncipe, tanto tinha!
Em Portugal, houve grandes amores.
E Também, por isso muitas dores,
Por mal, deste de tanto amar...
E disso se querer, continuar!
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