Encarcerada

Encarcerou-se extraviada esta solidão inanimada
Gota a gota castigou a tristeza vil ali entrincheirada
Transbordou nas margens da noite mais desertificada
Cada hora sincronizada nesta emoção deteriorada
Alimenta tanta egocêntrica esperança desassossegada
Quase se extingue abocanhada pela escuridão insubordinada
Frederico de Castro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Apodrecido coração.
Nesta vida onde o surrealismo impera nas canções... todas ao mesmo tempo em que pinturas poem a sagrada mulher - como elo principal da …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Último Ato: Interlúdio
Levantar-se-ão as cortinas
Sorrirás no espetáculo da vida
Executarás tua performance até a exaustão
Inevitavelmente cairás…
Kayky Ribeiro
Solilóquio
Desça sobre mim Ó glorioso Caos Desça e adorarei a Ti Como um Deus pagão E dançarei desesperadamente em Tua presença em uma …
Kayky Ribeiro
ROMÃ DE SAUDADE
Colhi a romã madura Do galho onde deixei, Tem cor da nossa ternura E o gosto do que acabou. Doce na boca eu sinto, Mas no peito é só dor…
miltondacosta