de tempos e verbos
nada
haverá em tudo
que não diga mais
que um verbo em desuso
guardadas as proporções
de todos os discursos
tudo
haverá em nada
que não transite incólume
como a madrugada
guardada a razão
de um tempo mudo
grávido de palavras.
haverá em tudo
que não diga mais
que um verbo em desuso
guardadas as proporções
de todos os discursos
tudo
haverá em nada
que não transite incólume
como a madrugada
guardada a razão
de um tempo mudo
grávido de palavras.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Juras de União entre dois corações.
Outros dias e outras noites se passam e não consigo te ver - tenho toda calmaria do mundo em meu coração - pois o desprezo é o maior mal …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
não antes, depois
Não antes, depois do fim de tudo, depois de todos os inícios, iremos sem irmos de todo, devagar é que se vai longe, muita calma nessa hor…
Darlan de Matos Cunha
Tajy
Os olhos e o coração
florescem, tal qual
tajy no Rio Paraguai,
sob o céu austral,
Sempre que percebo
os teus bonitos sinai…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
histórias
Tu não sabes o que deves saber, mas já te conto algo a respeito. As histórias não terminam, e sim que mudam táticas, mudam de lugar trama…
Darlan de Matos Cunha