Dizeres fantasmagóricos
as almas
não discursam
faltam-lhes o verbo
e a culpa
almas são assim
transeuntes
nada do que não seja
lhes assume
porque em vê-las
assim avulsas e em pânico
a ninguém é dado
o seu trânsito
as almas
não matam
faltam-lhes a parcimônia
e a vigência da prática
almas dizem-se assim
de distantes e de baldias
e nem as rezas lhes cobram
alguma serventia
por não tê-las acesas
nas desoras dos dias
almas são só trejeitos
de quem entorna energia
no quadrilátero estreito
dos inexistentes da vida
não discursam
faltam-lhes o verbo
e a culpa
almas são assim
transeuntes
nada do que não seja
lhes assume
porque em vê-las
assim avulsas e em pânico
a ninguém é dado
o seu trânsito
as almas
não matam
faltam-lhes a parcimônia
e a vigência da prática
almas dizem-se assim
de distantes e de baldias
e nem as rezas lhes cobram
alguma serventia
por não tê-las acesas
nas desoras dos dias
almas são só trejeitos
de quem entorna energia
no quadrilátero estreito
dos inexistentes da vida
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
God's children ben vindo
God's children Ben vindo To a beautiful day Let's not waste that day By sleep in If we sleep in we will Not sleep at might So we must enj…
Aldo gabbay kraas
Primeiro Amor ... Primeiro Desencanto !
Afeição tão doce e mansa parecia
Nas respostas das palavras que dizia,
Não parecia um carinho duvidoso
Q…
Armando A. C. Garcia
É amando que se é amado.
Para quem nunca teve uma namorada fica muito difícil falar de amor - Ouvi falar muito que é dando que se recebe... é abraçando que se rec…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Revendo o que nunca antes
Se é de mágoa o que se cala sem régua o que ala que se faça entrave ao que molhe o deserto da língua com o suor do espanto
Darlan de Matos Cunha