Dizeres fantasmagóricos
as almas
não discursam
faltam-lhes o verbo
e a culpa
almas são assim
transeuntes
nada do que não seja
lhes assume
porque em vê-las
assim avulsas e em pânico
a ninguém é dado
o seu trânsito
as almas
não matam
faltam-lhes a parcimônia
e a vigência da prática
almas dizem-se assim
de distantes e de baldias
e nem as rezas lhes cobram
alguma serventia
por não tê-las acesas
nas desoras dos dias
almas são só trejeitos
de quem entorna energia
no quadrilátero estreito
dos inexistentes da vida
não discursam
faltam-lhes o verbo
e a culpa
almas são assim
transeuntes
nada do que não seja
lhes assume
porque em vê-las
assim avulsas e em pânico
a ninguém é dado
o seu trânsito
as almas
não matam
faltam-lhes a parcimônia
e a vigência da prática
almas dizem-se assim
de distantes e de baldias
e nem as rezas lhes cobram
alguma serventia
por não tê-las acesas
nas desoras dos dias
almas são só trejeitos
de quem entorna energia
no quadrilátero estreito
dos inexistentes da vida
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
não antes, depois
Não antes, depois do fim de tudo, depois de todos os inícios, iremos sem irmos de todo, devagar é que se vai longe, muita calma nessa hor…
Darlan de Matos Cunha
Tajy
Os olhos e o coração
florescem, tal qual
tajy no Rio Paraguai,
sob o céu austral,
Sempre que percebo
os teus bonitos sinai…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
histórias
Tu não sabes o que deves saber, mas já te conto algo a respeito. As histórias não terminam, e sim que mudam táticas, mudam de lugar trama…
Darlan de Matos Cunha
Desprezo.
O Amargor de um desprezo é sentido por todos os humanos ... por animais selvagens e domésticos - Aqui no meu bairro existia um ser human…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*