Dualidades
Sou como duas extremidades do apontado lápis que esculpe
Sou remanso das águas largas quando me olhas depois do amor
Sou calmaria nas noites sem vento quando existimos em noites de lua
Sou mar inquieto de águas espumejantes que bailam confusas, distantes de ti
Sou chuva delicada que refresca
Sou tormenta destruidora que rompe o silêncio
Sou assim!
Certa e perdida, às vezes encontrada, outras desaparecida
Por vezes, um livro aberto, outras um relicário de mistério encoberto!
Autora: Ive Nenflidio
Sou remanso das águas largas quando me olhas depois do amor
Sou calmaria nas noites sem vento quando existimos em noites de lua
Sou mar inquieto de águas espumejantes que bailam confusas, distantes de ti
Sou chuva delicada que refresca
Sou tormenta destruidora que rompe o silêncio
Sou assim!
Certa e perdida, às vezes encontrada, outras desaparecida
Por vezes, um livro aberto, outras um relicário de mistério encoberto!
Autora: Ive Nenflidio
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