Do luar de Puno com o mar subentendido
o mar
dói como a saudade
na consciência de quem sabe
do luar de Puno
quase se avista
o mar subentendido
que a cidade administra
o mar
tem a brutalidade
como uma herança
que restou nas tardes frias
como uma necessidade de esperança
o mar
dói pelo avesso
e - quem sabe?
no vão de sua espuma
há sempre um recomeço
de todos os luares de Puno
e as memórias em que me esqueço
dói como a saudade
na consciência de quem sabe
do luar de Puno
quase se avista
o mar subentendido
que a cidade administra
o mar
tem a brutalidade
como uma herança
que restou nas tardes frias
como uma necessidade de esperança
o mar
dói pelo avesso
e - quem sabe?
no vão de sua espuma
há sempre um recomeço
de todos os luares de Puno
e as memórias em que me esqueço
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Brasil - 17/06/2011
Os encantos desta terra Que foi chamada Brasil, Estão nos rios e na serra No céu azul, cor de anil. Nas cavernas e nas grutas …
Armando A. C. Garcia
Anestezia.
Olhe... se você olhar para mim neste instante - verás a verdade em meus olhos - Pois de minha boca sairá somente - uma verdadeira pal…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Brasil ! restou a esperança ...
A esperança foi o que nos restou Da malfadada caixa de Pandora. - O dinheiro, o PT o espalhou Por outros países afora. Sem retor…
Armando A. C. Garcia
Obra N.° 13: Poema Gótico
A detalhes mórbidos avisarei
Que este já não é mais nosso mundo
Em mim já não há mais cor,
Em você só restou trevas.
…
Vilar Romancista