Do luar de Puno com o mar subentendido
o mar
dói como a saudade
na consciência de quem sabe
do luar de Puno
quase se avista
o mar subentendido
que a cidade administra
o mar
tem a brutalidade
como uma herança
que restou nas tardes frias
como uma necessidade de esperança
o mar
dói pelo avesso
e - quem sabe?
no vão de sua espuma
há sempre um recomeço
de todos os luares de Puno
e as memórias em que me esqueço
dói como a saudade
na consciência de quem sabe
do luar de Puno
quase se avista
o mar subentendido
que a cidade administra
o mar
tem a brutalidade
como uma herança
que restou nas tardes frias
como uma necessidade de esperança
o mar
dói pelo avesso
e - quem sabe?
no vão de sua espuma
há sempre um recomeço
de todos os luares de Puno
e as memórias em que me esqueço
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