ZEN

Olhar fixo nos teus olhos que falam e riem
Risos que acalmam as líricas falas que silenciosas
Tua desprendida alma e os sentidos aclaram

Advento, novidade de bem
Mágico poema que reacende a procura pelo mistério
De estar entre as vias que te arremedam seguras
Nesta cegueira que me segue involuntária

Enxergar-te é uma conquista
Desvendar-te aventura
Busco na figura do teu jeito zen
Confortáveis instrumentos onde a nudez da minha ânsia
E o encantamento da tua luz se acomodem

Mas ah, tola fantasia de assim entre olhares e vieses estar
Tudo é tão simples, livre e de invejável nitidez como se dissesses
Calma, felicidade é só um fim de tarde olhando o mar


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