a morte mora no fumacê
Ouço poesia
Me sinto mais poesia
Vejo uma pessoa viva
Me sinto mal
stagnado, pelo menos morto,
assim me livro
de ser vivo.
dos dogmas dos incônscientes
nem vivos, eles só desfalecidos
Ao menos isso
os dêmonios do poeta
quem sabe lhes-retiro
morto, não vivo
eu só escrevo
eu só respiro
escrevo, suspiro
choro, respiro
sangro e repito
tempos que não como nem durmo,
piedade me imploro,
me tranco e choro
e se saio é porque fumo
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