Deitado no chão frio
Num gélido abraço melancólico.
Um letárgico abraço pesado.
Abraço que chora o amor que carrego,
O amor que pesa o peito e me mantém inclinados ao lado,
Amor que se acumula e não posso te dar.
Amor esse tão jovem,
Mas que a mim já parece antigo.
Tão antigo quanto o desabrochar das primeiras magnólias.
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