LUCIDEZ
É impossível eu não me sentir alterado com fluxo de consciência que jorra de mim.
Sim reconheço que errei muito, mas tomo posse mesmo dos meus acertos e das minhas renúncias, Das quantas vezes me doei e me entreguei sem ter por mim mesmo o menor apreço.
Falho ainda sou e sei que ainda tenho muito o que aprender. Hoje olho para o passado como uma lição E já não me aprisiono, pois este não será para mim Uma sentença de morte, teu nome Deixa de ser uma letra morta crivada no livro de minha existência.
E aquilo que ainda palpita em meu coração em noites de solidão e desalento, tornarei poesia, pois cabe unicamente a mim essa metamorfose
Sim reconheço que errei muito, mas tomo posse mesmo dos meus acertos e das minhas renúncias, Das quantas vezes me doei e me entreguei sem ter por mim mesmo o menor apreço.
Falho ainda sou e sei que ainda tenho muito o que aprender. Hoje olho para o passado como uma lição E já não me aprisiono, pois este não será para mim Uma sentença de morte, teu nome Deixa de ser uma letra morta crivada no livro de minha existência.
E aquilo que ainda palpita em meu coração em noites de solidão e desalento, tornarei poesia, pois cabe unicamente a mim essa metamorfose
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*