REVOLUÇÃO
Num dia rotineiro, no final de um plantão, observo atentamente o sol brilhante da estação. Não demora, vai embora encantando a multidão, que aplaude agradecida, mais um dia de verão.
Apagando no horizonte, iluminando o firmamento, deixa tudo tão dourado, num fim de dia de dezembro.
Chega à lua sorrateira, do lado da constelação, brilha mais que as companheiras, no manto da escuridão.
Sigo encantado, com toda aquela movimentação, agradecendo o infinito, pela dádiva da visão.
Após o retorno congestionado, desço da lotada condução, chego à casa delirante, impressionado com a translação.
No bolso apertado, não acho a chave do portão, grito desesperado, o nome da minha paixão.
Um beijo demorado, ali mesmo no portão, me lança no espaço, me tirando o pé do chão. Passo eu desnorteado pela lua, ao lado daquela constelação.
Caio em terra em brasa viva, feito bucha de balão.
Apagando no horizonte, iluminando o firmamento, deixa tudo tão dourado, num fim de dia de dezembro.
Chega à lua sorrateira, do lado da constelação, brilha mais que as companheiras, no manto da escuridão.
Sigo encantado, com toda aquela movimentação, agradecendo o infinito, pela dádiva da visão.
Após o retorno congestionado, desço da lotada condução, chego à casa delirante, impressionado com a translação.
No bolso apertado, não acho a chave do portão, grito desesperado, o nome da minha paixão.
Um beijo demorado, ali mesmo no portão, me lança no espaço, me tirando o pé do chão. Passo eu desnorteado pela lua, ao lado daquela constelação.
Caio em terra em brasa viva, feito bucha de balão.
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