O tombo da fauna cancronarista.
Sai daqui espírito imundo,
Zombeteiro, vagabundo.
Mamador desocupado.
Cancroverme desgraçado.
Miliciano ordinário.
Ou militar doutrinado.
É tudo da mesma corja.
São todos o mesmo gado.
Racista fascista misógino.
Que adora matar mulher.
Covarde encapuzado.
Pregador da falsa fé.
Pusilânime mentiroso.
Entreguista asqueroso.
Catinga do cu do cão.
Arrogante de “Bragança”.
Parasita de herança.
Além de canalha, ladrão.
Tua hora vai chegar.
Tuas contas vais pagar.
Tu que vives a gargalhar.
No abismo mais profundo.
E eu quero de longe escutar.
Teu choro e gemido ecoar.
No além, lá no outro mundo.
E o inferno semear.
Com tantos mil choros assim.
E com o pranto recordar.
Do mal que viveste a praticar.
Sem ter a quem mais apelar.
Tarde demais será o fim.
Zombeteiro, vagabundo.
Mamador desocupado.
Cancroverme desgraçado.
Miliciano ordinário.
Ou militar doutrinado.
É tudo da mesma corja.
São todos o mesmo gado.
Racista fascista misógino.
Que adora matar mulher.
Covarde encapuzado.
Pregador da falsa fé.
Pusilânime mentiroso.
Entreguista asqueroso.
Catinga do cu do cão.
Arrogante de “Bragança”.
Parasita de herança.
Além de canalha, ladrão.
Tua hora vai chegar.
Tuas contas vais pagar.
Tu que vives a gargalhar.
No abismo mais profundo.
E eu quero de longe escutar.
Teu choro e gemido ecoar.
No além, lá no outro mundo.
E o inferno semear.
Com tantos mil choros assim.
E com o pranto recordar.
Do mal que viveste a praticar.
Sem ter a quem mais apelar.
Tarde demais será o fim.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Rotinas
gostar de rotinas faz-me gostar muito mais dos dias que não sabem a ontem
Isabel Pires
Mimos
às vezes o amor
aproveita-se das ausências
veste-se de filamentos de nós
e invade os dias que nascem iguais
para os tornar e…
Isabel Pires
Carmesim
há um encanto especial nos dias curtos do verão tardio.
o sol, em promessa de brevidade, beija-nos a pele com vontade de ficar.
…
Isabel Pires
A meias
raia a manhã na consciência tempo entardecido insistência rastros do homem em sua ausência a que foge de si a que lhe intenta construir-s…
AurelioAquino