VISH (Very important shit). Tira esse espelho de tua frente para enxergar melhor. Observa atentamente a sombra que orbita a teu redor. As luzes que te acompanham e te iluminam intensamente. Os aplausos e sorrisos que confundem tua mente. Tira essa máscara que te impede de expressar. A tua dor, a tua angústia, o teu martírio, o teu pesar. Arranca essa carranca que esconde o teu sofrer. Põe fogo nessa fantasia que aprisiona o teu querer.
E o que mais te tortura É o medo do degredo. É ser despojado da atenção. Dos olhares da multidão. Mas vou te contar um segredo...
Você não passa de só mais um. Tão somente uma merda muito importante. Que foi escolhida a dedo. Para desviar o foco do restante. De algo muito, muito mais relevante.
VISH (Very important shit). Tira esse espelho de tua frente para enxergar melhor. Observa atentamente a sombra que orbita a teu redor. As luzes que te acompanham e te iluminam intensamente. Os aplausos e sorrisos que confundem tua mente. Tira essa máscara que te impede de expressar. A tua dor, a tua angústia, o teu martírio, o teu pesar. Arranca essa carranca que esconde o teu sofrer. Põe fogo nessa fantasia que aprisiona o teu querer.
E o que mais te tortura É o medo do degredo. É ser despojado da atenção. Dos olhares da multidão. Mas vou te contar um segredo...
Você não passa de só mais um. Tão somente uma merda muito importante. Que foi escolhida a dedo. Para desviar o foco do restante. De algo muito, muito mais relevante.
279
Centúria.
O chamado do abismo não lhes deixa descansar.
A voz em suas cabeças lhes ordena. Vão matar!
Coloquem fogo nos campos, dispersem as multidões.
Deem vazão a todo o ódio que habita em seus corações.
Sedes mansos. Sede de poder. Sedes humildes. Direita volver. Sedes simples. Fome de viver.
Escapa-me o dia. Fogem de mim as horas. Abandona-me a esperança. E eis-me aqui sozinho. Em pranto de criança. Qual último do ninho.
Sedes perfeitos. Sede de prazer Moinhos de vento. Abismos de solidão. A devorar proezas. A fomentar tristezas. A devastar meu coração.
159
Apostasia.
São eles que com suas “fezes”. Transformam nossas vidas em um inferno. Foram sempre eles, a mando de quem. Sabemos muito bem. Que sempre detiveram o poder. E não é o diabo, nisso eu posso crer. Não é mesmo, posso apostar minha alma. Tolos em suas trincheiras Ladinos em suas latrinas. Lobos famintos esperam as ovelhas preguiçosas. Um surto de fé. A preguiça, a má vontade. Orem por mim, peçam por mim. Recebam em meu nome. A cobiça, a vaidade. Dementes e crentes. Cretinos em suas oficinas Do púlpito brada um lobo nervoso. De súbito, curou-se mais um leproso. Adoração, combustão de enganos. Um feche de luz banha o rebanho. Mais um milagre precário. Um surto de fé. A preguiça, a má vontade. Orem por mim, peçam por mim. Recebam em meu nome. A luxúria, a santidade. À procura do lobo Bale o ordinário. Inquilino acorrentado no porão do sicário. Salve-se se puder Sem jamais perder a fé.