Ódio escolhido.
O ódio cega quase sempre a nunca enxergou.
Onde o bruto enlouquecido a muito se afogou.
Combustível fóssil da pequenez humana.
Fuligem pavorosa que das almas pobres emana.
Ó ódio que alimenta as máquinas moedoras de alma.
Que transforma em confusão o que ontem era calma.
Esse ódio que sustenta a indústria do terror.
Mas o que hoje é ódio, amanhã será mais dor.
O ódio que gera fome, medo, caos e escravidão.
Que faz ruir reinos inteiros, que alcança cada rincão.
O ódio que mata, maltrata, fere e que não poupa ninguém.
Que rouba, suga, devora o pouco dos que nada tem.
Hoje em dia como sempre o ódio é bem orquestrado.
Os que fomentam esse ódio estão bem organizados.
Distorcendo, manipulando, em embuste ordinário.
Entregaram a nação nas mãos do infame CANCRONARO.
Onde o bruto enlouquecido a muito se afogou.
Combustível fóssil da pequenez humana.
Fuligem pavorosa que das almas pobres emana.
Ó ódio que alimenta as máquinas moedoras de alma.
Que transforma em confusão o que ontem era calma.
Esse ódio que sustenta a indústria do terror.
Mas o que hoje é ódio, amanhã será mais dor.
O ódio que gera fome, medo, caos e escravidão.
Que faz ruir reinos inteiros, que alcança cada rincão.
O ódio que mata, maltrata, fere e que não poupa ninguém.
Que rouba, suga, devora o pouco dos que nada tem.
Hoje em dia como sempre o ódio é bem orquestrado.
Os que fomentam esse ódio estão bem organizados.
Distorcendo, manipulando, em embuste ordinário.
Entregaram a nação nas mãos do infame CANCRONARO.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Rotinas
gostar de rotinas faz-me gostar muito mais dos dias que não sabem a ontem
Isabel Pires
Mimos
às vezes o amor
aproveita-se das ausências
veste-se de filamentos de nós
e invade os dias que nascem iguais
para os tornar e…
Isabel Pires
Carmesim
há um encanto especial nos dias curtos do verão tardio.
o sol, em promessa de brevidade, beija-nos a pele com vontade de ficar.
…
Isabel Pires
A meias
raia a manhã na consciência tempo entardecido insistência rastros do homem em sua ausência a que foge de si a que lhe intenta construir-s…
AurelioAquino