Zumbis
E nas noites de luar intenso, o soturno movimento das sombras,
que se esgueiravam pelos corredores estreitos,
era plenamente perceptível.
Por vezes se cruzavam pelas paredes,
mas era visível que não se tocavam.
mas era visível que não se tocavam.
Quão misteriosa era a vida latente das penumbras,
quanto sombrias se faziam.
Vultos de segredos guardados em baús,
que pela força do tempo, apodreciam.
quanto sombrias se faziam.
Vultos de segredos guardados em baús,
que pela força do tempo, apodreciam.
Segredos de paixões não correspondidas,
de sonhos perdidos nos anos...
de sonhos perdidos nos anos...
Lembranças de noites mal dormidas
quando a solidão era o desengano.
quando a solidão era o desengano.
Os rastros que ficavam no chão
eram fragmentos de histórias,
que foram escritas com lágrimas
e caíam das velhas memórias.
eram fragmentos de histórias,
que foram escritas com lágrimas
e caíam das velhas memórias.
Serão os amores eternos? O que nos reserva a sorte?
Amar como loucos na vida, ou ser sombra... vagando na morte?
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski