RETIRO
Nessa terra que agora vês, fechada em si,
mas não a salvo de todo, em que pese o tom
de seus cálculos, a essa terra volto, contigo
por aprendiz, sem vezo de obrigação, saiba
que aqui se esfola padres e se come porcos,
nessa terra sem palavras, ninguém se empedra
sob nenhuma dormência, lado a lado com
a dúvida, os nativos matam, sem peso na alma,
o que não existe: o amanhã. Estranha aldeia.
***
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