Hi-Fi: Um drink... uma desilusão (Miniconto)
A rave acontecia em um galpão, com muita música eletrônica, patrocinada por um renomado energético alado. Devido a sua longa duração se estendera pela madrugado e, agora, os primeiros raios do dia, expulsavam a noite e lá fora pessoas começavam a saudar o dia, retomando a rotina de trabalho.
Foi nesse instante, entre o luar e o sol nascer, que eu a encontrei. Ela tão linda encoberta pela profusão de luzes comandadas por um DJ ensandecido, detonando sua pick-up performando a sua arte, o seu DJing, com intensa vibração, mantendo o beat, o compasso das músicas, acelerado tal qual as batidas do meu coração
Ofereci-lhe um drink. Ela escolheu um Hi-Fi, clássico do século passado, do final dos anos 80, início dos 90, derradeiros “embalos da Era das Disco” elaborado com vodka, gelo e refrigerante de laranja. A escolha aguçou a minha curiosidade. A bartender desorientada não conseguiu preparar o drink e acabamos bebendo o energético, com vodka.
Insisti na minha curiosidade. Então ela sorriu um sorriso malevolente que sutilmente escondia, encoberto por grande sedução e me contou a sua paixão por um homem mais velho, seu professor de História das Artes, seu amante do século XX. Não tive nenhuma chance!
Foi nesse instante, entre o luar e o sol nascer, que eu a encontrei. Ela tão linda encoberta pela profusão de luzes comandadas por um DJ ensandecido, detonando sua pick-up performando a sua arte, o seu DJing, com intensa vibração, mantendo o beat, o compasso das músicas, acelerado tal qual as batidas do meu coração
Ofereci-lhe um drink. Ela escolheu um Hi-Fi, clássico do século passado, do final dos anos 80, início dos 90, derradeiros “embalos da Era das Disco” elaborado com vodka, gelo e refrigerante de laranja. A escolha aguçou a minha curiosidade. A bartender desorientada não conseguiu preparar o drink e acabamos bebendo o energético, com vodka.
Insisti na minha curiosidade. Então ela sorriu um sorriso malevolente que sutilmente escondia, encoberto por grande sedução e me contou a sua paixão por um homem mais velho, seu professor de História das Artes, seu amante do século XX. Não tive nenhuma chance!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
No toque, um choque gostoso
Há um carinho doido no contato brando,
Tateando o cheiro, o gosto com poesia;
Magia; corpo que desperta fogueando,
Margean…
Raquel Ordones
Paul come to me
Paul
Come to me now
It is time for us
To climb the stairway to heaven
It will take us all the way to heaven
When we get there
Our f…
Aldo gabbay kraas
Mulher charmosa.
Enfeitada - charmosa - de uma beleza além de seu tempo , seu pensamento é de grandeza plena e amorosa. Engraçado é sua simplicidade no …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Um Cabaré .
Que mal fiz eu por te amar... onde habita o amor ... tu o sabes... se eu ainda não descobri , pois minha angustia aumentou. Que mal fiz …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*