VOLTEI A SER SÓ
Voltei a ser só, exalto-te solidão, da minha garganta foi desfeito um nó, agora a ti todo o meu respeito, cuide bem do meu coração. Vivo amor de mãe, amor de filho, amor de irmão. Solidão tornaste-te-me uma adorável canção. Eu suspeito solidão, de quaisquer proximidades querendo o meu coração, me guarde, me conforte, me dê aporte para que a minha sorte esteja com a razão.
Erimar Lopes.
Erimar Lopes.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski